Prevalência

A taxa média de prevalência do transtorno autista em estudos epidemiológicos é de 1 casos por 1.000 indivíduos.

O CDC (Center for Disease Control) dos EUA publicou relatório que relata um aumento de 57% em 4 anos na prevalência do autismo em crianças de 8 anos. Os dados usados na pesquisa são de 2006 e mostram que uma em cada 100 crianças de 8 anos de idade está no espectro do autismo.

As razões para esse aumento são, entre outras, melhor diagnóstico. Relata ainda que o diagnóstico é feito de forma tardia e aponta a probabilidade de causas ambientais para esse aumento inusitado.A falta de recursos governamentais para estudar o autismo é também mencionada.

Ainda não está claro se as taxas mais altas relatadas nos EUA refletem diferenças de método dos estudos ou um aumento da freqüência do transtorno.

No Brasil não temos dados tão exatos sobre os números de portadores de autismo. Entretanto, notamos também um aumento significativo no número de crianças diagnosticadas. Vemos também que, felizmente, em muitos casos, o diagnóstico vem sendo feito mais cedo e as crianças podem ser atendidas precocemente, com resultados muito melhores.

Quanto ao gênero, observa-se uma prevalência do autismo no sexo masculino, havendo uma estimativa de que ele acomete de três a quatro meninos para cada menina.

O autismo apresenta a mesma prevalência em qualquer grupo social, cultural e racial da população.

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